Este texto registra o início da leitura, expectativas e sensações iniciais.
📖 Livro: Deuses de Neon
✍️ Autora: Katee Robert
📚 Gênero: Romance contemporâneo | releitura mitológica
📖 Formato: e-book
🎯 Desafio: Desafio Literário Livreando 2026 (leitura possível para o projeto)
Por que escolhi este livro?
A escolha de Deuses de Neon surgiu pela proposta de releitura de mitologia, mas com uma abordagem contemporânea centrada em relações de poder.
A ideia não foi buscar fidelidade ao mito clássico, mas observar como a narrativa atualiza esses personagens dentro de uma lógica mais política, estratégica e menos idealizada.
O início da leitura:
Até 29% da leitura, a história deixa claro que fugir não basta.
O Olimpo é apresentado como um sistema estruturado por controle, alianças e interesses. Nesse cenário, Perséfone surge sob forte pressão, com seu destino sendo negociado sem autonomia, principalmente pela figura de Zeus, que encarna um poder centralizador e impositivo.
A narrativa, no entanto, não mantém a personagem apenas em posição passiva. Ao perceber que nenhuma das opções disponíveis é segura, Perséfone começa a agir dentro do próprio sistema, utilizando ambição e desejo como ferramentas.
Primeiras sensações:
Leitura com foco em dinâmica de poder.
Protagonista em transição de passividade para estratégia.
Conflito mais político do que emocional.
Personagens ainda em construção.
Envolvimento emocional ainda limitado.
A introdução de Hades não resolve o problema do poder, apenas o reconfigura. Ele surge como alternativa ao controle de Zeus, mas não como garantia de liberdade, sugerindo relações que podem ser negociadas, mas não necessariamente rompidas.
Há uma tensão constante na forma como essa relação se estabele, que sugere não apenas disputa de poder, mas também uma atração construída em meio a esse desequilíbrio.
Leitura em andamento:
Até este ponto, o conflito não se resume a uma escolha entre personagens, mas à forma como Perséfone aprende a se mover dentro de um sistema onde o poder nunca é neutro.
O livro ainda não aprofunda emocionalmente, mas já estabelece uma base clara de tensão estrutural. A leitura se sustenta mais pela construção do conflito do que pela intensidade.
A questão agora não é mais o que vai acontecer, mas até onde esse jogo pode ir.
👉 Caso a leitura seja finalizada, este livro poderá ganhar uma resenha completa futuramente.
👉 Esta leitura também dialoga com o Desafio Literário Livreando 2026, que acompanho ao longo do ano.
👉 (link para o post do DLL)
Você prefere histórias focadas em relações de poder ou em envolvimento emocional?
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